top of page

O Brasil é do povo - de verdade.

há 3 horas
5 min de leitura

Em 25 de Outubro de 2026, o Brasil mostrou que pode e tem força para retomar o país depois de anos de uma tomada neofascista. Depois de um primeiro turno onde o candidato da milícia, do crime organizado e por óbvio, do bolsonarismo, teve uma vitória apertada, setores da esquerda se uniram e foram às ruas e às redes para ganhar, pela primeira vez na história, uma eleição de virada no segundo turno. Nesse mesmo dia 25 de Outubro, o TSE e prefeitos bolsonaristas tentaram prejudicar a eleição através de um boicote no transporte. Desde o transporte público, até grandes companhias aéreas, que cancelaram e adiaram voos, principalmente para o nordeste, maior colégio eleitoral, do agora presidente reeleito, Luís Inácio Lula da Silva. O cara. Segundo Barack Obama. Os prefeitos Bruno Reis, de Salvador e Ricardo "Prefeito Fantasma" Nunes, apareceram nos noticiários do domingo, por, em conluio com empresários do setor do transporte, deixaram ônibus em seus estacionamentos e assim, atrasarem milhões de pessoas a irem votar. O curioso é que, mais de 70% das localidades onde o transporte foi escasso, eram colégios eleitorais onde o Presidente Lula tinha saído vitorioso no primeiro turno. Agora, depois de dizer que "não tinha como acreditar na lisura das eleições", políticos como Nikolas Ferreira e o investigado, Flávio Bolsonaro, que a essa altura já está foragido nos EUA - depois de ir a pé para a Argentina - assumem que perderam as eleições e ainda assim, o senador foragido, na tarde desta quarta-feira (28), através de uma carta escrita no ChatGPT, segundo uma ferramenta da Adobe, se autodeclarou presidente dos Estados Unidos do Brazil. Sim. Com a grafia errada. Brasil escrito com 'z'e o brasão da constituição da república de 1967. Alguns minutos após o presidente dos EUA, Donald "Laranjão" Trump, dizer que não iria se meter nas eleições brasileiras, o "fachinho" covarde, voltou atrás e, em uma terceira versão da carta - já que eles são incompetentes – se declarou o "líder do Brasil", seja lá que porra for essa. Mas vamos às verdades: perderam. E como perderam? Vamos a ele. O "fator Janones". André Janones é deputado federal, político nato e há quem diga, que o próximo candidato a presidente, em 2030. Eu não concordo com isso e dentre os meus quadros preferidos estão Jones Manoel, Glauber Braga e Elias Jabour. O fato é que André Janones é um monstro das redes sociais e desde 2022, vem ajudando a esquerda com seu jeito de bater – com gosto – na extrema direita. Sem fake news, sem crime de ódio e com muito, mas muito gás. No dia anterior a eleição, Janones fez uma live de 24 horas de campanha para o presidente Lula, em seu canal e no canal do presidente, na plataforma de vídeos YouTube. Mas até chegar a essa live, muita coisa aconteceu. No dia depois do final do primeiro turno, em 5 de Outubro, em live no instagram e depois num reels, o deputado André Janones convocou apoiadores do presidente Lula a fazer parte do "Exército do Lula" que até então, era só um canal do deputado no WhatsApp, que contava com pouco mais de 300.000 pessoas. Em 24 horas o canal já contava com um milhão de pessoas. O Whatsapp é da Meta, empresa que manipulou, melindrosamente, a campanha política de 2026, através do seu algoritmo, que manipulava entregas, visualizações e números gerais em todas as suas redes sociais, principalmente no Facebook, onde estatisticamente estão pessoas mais velhas e menos informadas. Ainda assim, com tudo isso, em menos de 48 horas após o anúncio, o "Exército do Lula" já contava com 2 milhões de "soldados", que seguiam ordens dadas nos grupos para tomar as redes sociais, em alguns momentos colocando seis, entre os seis assuntos mais comentados no 'X' - antigo Twitter. Com o lema da hashtag "SóMaisUmVotoParaLula" e com mais milhares de hashtags que explodiram – o "explode" virou meme e tomou as redes – e ajudaram a mensagem da virada chegar até o eleitor também através do digital, o canal, na última sexta antes das eleições, atingiu o número de 10,8 milhões de soldados. E aí... A esquerda tomou o lugar que sempre foi seu por direito. As ruas. Desde Junho de 2013, os vinte centavos, o "Movimento Passe Livre" e as manifestações antipetistas e anti-Dilma Roussef, que gritavam aos quatro ventos "não vai ter copa", as ruas haviam sido tomadas por um discurso, antes de tudo, anti política. O discurso de que todos os políticos são iguais e de que, somente alguém de fora da política poderia "salvar" o Brasil do "comunismo" e de uma "venezuelização" que o país sofreria se continuasse com o PT no governo, culminaram em dois dos piores momentos da história da nossa democracia – que a gente ainda não consegue definir se é frágil ou forte – recente: o golpe, sofrido por Dilma em 2016 e o bolsonarismo, que elogiou o torturador Brilhante Ustra no seu voto "sim" para o impedimento da presidenta, ganhou corpo, já que a direita inútil e envolvida até o pescoço em escândalos, não conseguiria fazer um candidato à altura de competir com Lula em 2018. Mas além de Jair, o sistema tinha uma carta na manga: a "Operação Lava Jato", que comandada por um juiz incompetente e um procurador corrupto, a mando dos EUA, prendeu Lula, num conluio para que a eleição de 2018 fosse ganha. O tal juiz, inclusive, virou Ministro da Justiça no governo do inepto. Um fato engraçado na nossa história é que esse tal ministro pediu demissão do tal governo, acusando o governante de aparelhamento da Polícia Federal, para proteger seu filho de investigações. O filho era o candidato derrotado em 2026. O filho que foi derrotado de virada, após vencer o primeiro turno e começar a "escalar" os seus ministérios e ver um levante popular fazer com que ele, que é o mais sujo de todos os filhos da família perversa que governou o país de 2019 a 2022, fugisse como um rato, com medo e sem rumo. Nos 21 dias que precederam a vitória de Lula no segundo turno e com Janones, mais alguns deputados eleitos que são craques em redes sociais – exemplos de Ana Elisa e Jones Manoel – dominaram a campanha e convocaram atos que lotaram as ruas Brasil à fora, desde capitais, até interiores e que foram essenciais para levar os indecisos e os idosos à cabine de votação, o que levou à menor abstenção das eleições gerais desde o primeiro turno de 2006. Assim, com a retomada das redes sociais, das cores da bandeira do Brasil e das ruas, no dia histórico de 25 de Outubro de 2026, o presidente Lula se tornou o primeiro a virar uma eleição no segundo turno e o primeiro a se eleger e comandar o país por quatro vezes, de maneira democrática. Lula, teve em torno de 10,5 milhões de votos a mais do que o candidato derrotado. Lembra do "só mais um voto pra Lula" na hashtag levantada e de que o canal contava com 10,8 milhões de pessoas? Foi daí que saíram os votos e a força pra que o povo brasileiro não deixasse que a nossa nação fosse entregue na mão de bandidos, ratos, mequetrefes e burros. 'Lula4' começa com uma oposição sinistra, que promete pedir impeatchment do presidente todos os dias, mas com a força do povo – o de verdade – que ama o Brasil e luta todos os dias para não deixar que ele se torne quinta de ninguém. O Brasil é gigante e o nosso povo é do tamanho dele. Obrigado a quem fez parte da luta. Nós vencemos.

 
 
 

Comentários


© 2025 por Loader.

Ativo 7.png
  • Instagram
  • LinkedIn
  • Spotify
  • Facebook
  • Youtube
bottom of page